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A casa do futuro e o papel do seguro

A casa do futuro e o papel do seguro

No início da década de 1970, como projeto-piloto, apareceram os primeiros dispositivos inteligentes integrados em edifícios.

Quase 50 anos depois, as casas digitais são uma realidade e cresce o número de lares conectados em que é viável mecanizar e otimizar tarefas que tradicionalmente dependiam da ação direta do homem.

De acordo com um estudo da consultoria norte-americana Gartner, em 2020, mais de 20 mil milhões de objetos estarão interconectados no mundo inteiro. O que aconteceria se algum desses sistemas fosse invadido e acedido com fins ilícitos?

Evidentemente, as probabilidades de ataques crescem com a implementação da tecnologia em cada vez mais partes da nossa vida, mas isso não deve que o façamos. É só uma questão estarmos mais atentos e nos protegermos melhor com as opções que temos ao nosso alcance.

E nisso, o setor de seguros tem muito a dizer. Os seguros evoluem também graças à Internet das coisas (IoT) e ao big data. É nessa linha que continuará a aprofundar e crescendo ao criar novos serviços de acordo com as necessidades do cliente.

Para Antonio Huertas, presidente da MAPFRE, as novas tecnologias estão a propiciar o desencadeamento de uma revolução "que pode ter um caráter de transformação para o setor de seguros num prazo de cinco a dez anos". Logicamente, esta transformação, como todas, envolve riscos e oportunidades, "da capacidade das seguradoras existentes no mercado para saber minimizar os primeiros e maximizar as segundas dependerá da sua sobrevivência ou não a esta revolução e que o façam com êxito. Alguns riscos desaparecem, outros surgem e outros transformam-se".